Por trás do laboratório secreto de Marx: Por uma concepção expandida do Capitalismo

O Capitalismo está de volta! Após décadas em que o termo raramente era encontrado fora dos escritos de pensadores Marxianos, comentadores de vertentes variadas agora abertamente se preocupam com a sua sustentabilidade, acadêmicos de todas as escolas se apressam a sistematizar suas críticas e ativistas pelo mundo afora se mobilizam em oposição às suas práticas.1 Certamente, o retorno do “capitalismo” é um desdobramento desejável e um marco preciso, se é que um era necessário, da profundidade da crise atual – e da carência generalizada de uma elaboração sistemática a respeito dela. O que toda essa conversa sobre o capitalismo indica, sintomaticamente, é a intuição crescente de que os males heterogêneos - financeiro, econômico, ecológico, político, social - que nos cercam podem ter uma raiz comum; e de que as reformas que se recusarem a lidar com os profundos alicerces estruturantes destes males inevitavelmente falharão. Igualmente, o ressurgimento do termo aponta para o anseio, em vários campos, por uma análise capaz de iluminar as relações entre as distintas lutas sociais de nosso tempo e de fomentar uma cooperação organizada, até mesmo completamente unificada, de suas correntes mais avançadas e progressistas em um bloco anti-sistêmico. O palpite de que o capitalismo é a categoria central desta análise é certeiro.

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